20 de agosto de 2013

NOTÍCIA: Oscar Niemeyer, digitalização de acervo (RIO)

Oscar Niemeyer dispensa apresentações. A beleza de sua arquitetura também não pede justificativas. Ainda assim, era com o que chamava de “explicação necessária” que o arquiteto apresentava aos clientes seus projetos. Em álbuns onde fazia os primeiros desenhos e croquis de uma obra, um pequeno texto, também escrito à mão, detalhava os objetivos de cada elemento do projeto. E era durante esse processo de escrever que ele amadurecia suas ideias e percebia a necessidade de alterações aqui e ali.

A partir do mês que vem, as explicações escritas pelo arquiteto, seus álbuns, desenhos técnicos e croquis começam a ser digitalizados. Na primeira fase, que deve durar quatro meses, cerca de seis mil documentos já catalogados ganharão o formato digital. Ao mesmo tempo, começa um processo de tratamento e catalogação dos projetos que estavam no escritório do arquiteto, e que, posteriormente, também serão digitalizados. Ao todo, são quase nove mil documentos que compõem 342, dos 600 projetos produzidos por Niemeyer desde 1938.

Centro Espiritual dos Dominicanos. Projeto para padres franceses, de 1967, nunca foi construído. Divulgação/ Fundação Niemeyer.

— Hoje, só cerca de 2% da obra do Oscar está digitalizada. O objetivo é atingir 100%. Ao menos da parte mais valiosa que inclui os desenhos técnicos e croquis — explica Carlos Ricardo Niemeyer, superintendente da Fundação que leva o nome do mestre e seu bisneto. — O fundamental é que qualquer pessoa poderá ter acesso a esses documentos que, por serem muito delicados, não podem ser manuseados. Além disso, mostram o processo de trabalho dele.

O acervo reúne os primeiros desenhos das conhecidas obras do mestre, mas principalmente centenas de projetos que jamais foram construídos e permanecem inéditos ou são pouco conhecidos pelo grande público. Um conjunto tão importante que ganhou, em junho, o registro internacional no Programa Memória do Mundo, da Unesco, que tem como objetivo a preservação de arquivos com relevância global.
O acervo já tinha os registros nacional e regional do programa, diz Vitor Manoel Marques da Fonseca, membro do comitê internacional de assessoria técnica do Memória do Mundo:

— Além da parte técnica da obra de um arquiteto reconhecido internacionalmente, esse acervo tem uma abrangência que ultrapassa a arquitetura. É artístico. E tem uma integralidade rara.

Para realizar o projeto, a Fundação Niemeyer recebeu R$ 650 mil da Fundação Itaú Cultural, captados através da Lei Rouanet. O dinheiro será usado na contratação da equipe que começa a trabalhar em setembro e para a realização do projeto, que deve estar concluído até junho do ano que vem.

— Já fizemos projetos parecidos com a obra de Hélio Oiticica e Lygia Clark, mas queríamos ampliar nosso universo de atuação no campo cultural. E o acervo do Niemeyer é certamente um dos mais importantes da arquitetura mundial. Por isso, queremos concluí-lo no momento em que o Brasil estará no centro das atenções, com a Copa do Mundo — diz Eduardo Saron, diretor do instituto Itaú Cultural.

13 de agosto de 2013

CONCURSO: 27º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira (SPO)

Com inscrições abertas até o dia 19 de agosto, a mais renomada premiação do segmento recebe criações em oito categorias. Sete delas são destinadas ao design de produto e possuem sua respectiva modalidade protótipo, reservada a projetos em estágio de mock-up ou desenvolvimento: mobiliário, utensílios, iluminação, têxteis, equipamentos eletroeletrônicos, equipamentos de construção e equipamentos de transporte. A oitava categoria, trabalhos escritos publicados, e sua modalidade, trabalhos escritos não publicados, valorizam a produção teórica ligada ao design e à arquitetura.

Os trabalhos serão analisados por uma comissão julgadora independente, que elegerá os premiados e finalistas a serem exibidos na exposição "27º Prêmio Design MCB", em cartaz a partir de 26 de novembro, quando será realizada uma cerimônia especial para homenagear os participantes. O primeiro lugar de cada categoria receberá prêmio no valor bruto de R$6 mil, o primeiro de cada modalidade protótipo, R$2 mil.

Mais renomada e prestigiada premiação do design nacional, esta iniciativa independente é realizada pela Secretaria da Cultura, por meio do Museu da Casa Brasileira.



O regulamento desta edição traz alterações na abrangência de algumas categorias, como Têxteis e Trabalhos escritos. Confira a continuação. As incriçoes devem ser realizadas clicando aqui.

Algumas das peças premiadas e finalistas nas exposições da 25ª e 26ª edições (Imagens: Mariana Chama)



9 de agosto de 2013

CONFERENCIA: Patrimônio Cultural: memória e intervenções urbanas (SPO)

Patrimônio Cultural: memória e intervenções urbanas

Dias 28, 29 e 30 de agosto de 2013

Auditório Ariosto Mila - FAUUSP


A FAUUSP realiza, entre os dias 28 e 30 de agosto, a conferência internacional “Patrimônio Cultural: memória e intervenções urbanas”, para discutir temas como preservação e produção arquitetônica na atualidade. 

A programação terá uma série de debates com a participação de arquitetos nacionais e internacionais, além de profissionais de outras áreas.


Quando: 28, 29 e 30 de agosto de 2013

Onde: FAUUSP - Auditório Ariosto Mila, às 14h – Cidade Universitária – São Paulo, SP

Quanto: entrada gratuita

Organiza: Núcleo de Apoio à Pesquisa São Paulo: cidade, espaço e memória

Para mais informação: www.fau.usp.br

EVENTO: Projeto transforma estacionamento de carros em áreas de convívio (SPO)

Inspirados nos modelos dos parklets norte-americanos, espaços temporários ocuparão duas vagas de Zona Azul com bancos, vegetação e paraciclos. Texto por Lucas Rodrigues, da revista AU.


Entre os dias 15 e 18 de agosto, duas ruas de São Paulo receberão um projeto que transforma áreas destinadas a estacionamento de carros em ambiente de convívio para pessoas. Chamado de Zonas Verdes, o projeto ocupará duas vagas de Zona Azul na rua Amauri e na rua Maria Antônia com a instalação temporária de uma minipraça pública.

As Zonas Verdes são inspiradas no modelo dos "parklets" norte-americanos. Ao entrar em contato com o empreendimento em 2010, o presidente do Instituto Mobilidade Urbana, Lincoln Paiva, decidiu transportar a ideia para o Brasil. "Achei que São Paulo, como uma das maiores metrópoles do mundo, também deveria inovar e participar desta discussão sobre espaço público e mobilidade urbana", explica. A experiência fará parte da segunda edição do DW! - Design Weekend, um festival urbano inspirado na Semana de Design de Milão e no Festival de Design de Londres.


O espaço será delimitado por um piso elevado constituído de placas de concreto e entulho reciclado, e toda a área será ladeada por floreiras e peças de pínus maciço intercaladas, que criarão um fechamento vazado e protegerão o ambiente dos carros. O mobiliário será composto por peças de madeira e blocos de concreto moldados na mesma dimensão, assim como vegetação e paraciclos.

Além de facilitar a montagem e desmontagem, essa estrutura modular gerará espaços e situações ergonômicas diferentes, criando floreiras e bancos. A iluminação utilizará lâmpadas led, carregadas por energia solar.


Desenvolvida a partir da iniciativa do Instituto Mobilidade Verde, a ideia foi concretizada por meio de um esforço conjunto: participaram da concepção José Marton, Lula Gouveia, Paulo Alves, Pedro Useche, Vanessa Espínola e André Cruz, do coletivo de designers e arquitetos Design OK, além dos arquitetos Helena Camargo (H2C Arquitetura) e Guilherme Ortenblad (Zoom). O apoio do grupo Gentilezas Urbanas, pertencente ao Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), e de fornecedores de materiais também ajudou a viabilizar o projeto.

A segunda etapa do projeto será realizada em outubro, como parte da X Bienal de Arquitetura de São Paulo. Nessa data, as Zonas Verdes estarão espalhadas por 20 pontos da cidade. "Lançaremos um canal de mapeamento coletivo no qual a população poderá participar da escolha dos novos locais", afirma Lincoln.


Os parklets surgiram em 2006 na cidade de São Francisco. Na época, um escritório de design especializado em mobiliário urbano conseguiu autorização junto à prefeitura para ampliar a calçada no espaço de dois carros, e incluir bancos, jardinagem, equipamentos de ginástica e internet wi-fi, transformando o local num espaço de convivência para as pessoas.

Fonte: PINIweb.com,br 

8 de agosto de 2013

EXPOSIÇÃO: “Urbanismo feito à Mão”, inspirada no livro "Handmade Urbanism" (RIO)

É amanhã, não percam!

08 de Agosto de 2013 às 18h30 no Studio-X Rio
Praça Tiradentes, 48 – Centro, Rio de Janeiro-RJ


"Urbanismo Feito à Mão"
Abertura de exposição e mesa redonda

A exposição “Urbanismo feito à Mão”, inspirada no livro "Handmade Urbanism", examina o potencial transformador existente em iniciativas comunitárias e rascunha uma possível visão de cidade impactada por esses processos segundo referências compiladas em Mumbai, São Paulo, Istambul, Cidade do México e Cidade do Cabo, de 2007 a 2012 a partir da plataforma do Deutsche Bank Urban Age Award.
O objetivo da publicação é realizar uma reflexão sobre o potencial impacto de iniciativas pontuais, e sobre a construção de espaços coletivos através da participação de inúmeros atores. Em uma série de entrevistas nas cinco cidades, a publicação dá voz a diversos atores envolvidos em processos de desenho urbano apresentados – governo, iniciativas comunitárias, academia, artistas e produtores culturais, além de mediadores. 

O livro apresenta quinze iniciativas comunitárias realizadas nas cinco cidades, após texto introdutório de Richard Sennett sobre “a comunidade” e conta com as contribuições de especialistas como Ricky Burdett, Fernando de Mello Franco, Elisabete França, Lisette Lagnado, Rahul Mehrotra, Felipe Leal, Jose Castillo, Edgar Pieterse, entre outros. As iniciativas de cada cidade são representadas nos desenhos realizados por Paulo Ayres, que traduzem através de uma linguagem comum os recursos, ferramentas e situações encontrados nos projetos, aproximando práticas em cinco diferente cidades. Os desenhos permitem ainda uma análise sistemática do impacto gerado por cada projeto, visualização dos atores envolvidos no processo, assim como dos espaços criados em coletividade.
A mostra contará também com uma série de jogos coletivo com a intenção de incentivar a participação na construção e formas de usar a cidade.

Participantes da mesa redonda

Ana Cristina Cintra Camargo, Instituto Acaia (SP)
Psicologa, é diretora do Instituto Acaia. Desde 1997 trabalha nesta instituição desenvolvendo formas de trabalho que envolvem a organização do espaço físico e psíquico no ACAIA, com o objetivo de ouvir e treinar o grupo de educadores atuantes no projeto.

Jeff Anderson, Biourban (SP)
É o sociologista que conceitualizou o projeto Biourban, um dos vencedores do Deutsche Bank Urban Age Award 2008, em São Paulo. Atualmente, expandiu suas atividades e iniciou o projeto Ocupação Criativa, no Cambuci, São Paulo.

Zoy Anastassakis
Designer (ESDI/UERJ, 1999), mestre (2007) e doutora (2011) em antropologia (PPGAS/Museu Nacional/UFRJ). Professora adjunta na Escola Superior de Desenho Industrial (UERJ) e no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio. Coordenadora do Laboratório de Design e Antropologia e do Observatório Etnográfico de Design e Inovação Social no Rio de Janeiro

Marcos Leite Rosa
Arquiteto e urbanista (USP), doutorando (Technische Universität München). Autor de "Microplanejamento. Práticas Urbanas Criativas." e "Handmade Urbanism". Seu trabalho inclui pesquisa, ensino e projeto. Curador do Deutsche Bank Urban Age Award Rio de Janeiro (2013). Lecionou na Escola da Cidade (São Paulo), na TUM (Munique) e na ETH (Zurique).www.marcoslrosa.com

Fonte: Studio-X Rio

6 de agosto de 2013

CSCAE el COAM y la aprobación del Anteproyecto de la Ley de Colegios y Servicios Profesionales (MAD)


Vía Plataforma Arquitectura
El día 2 de Agosto pasado, el Consejo de Ministerios aprobó el anteproyecto de Ley de Colegios y Servicios Profesionales (LSP). Una medida que a juicio del gobierno pretende impulsar la competitividad y el crecimiento frente al estro de crisis, pero que como hemos visto no ha hecho más que despertar la más fuerte fricción de parte de todo nuestro gremio.

En un comunicado emitido el mismo día, el Consejo de Ministros se refieren al apartado de los Servicios Profesionales de forma escueta y de manera muy tangencial a la arquitectura, señalando que “…dentro de la Comisión se creará un grupo de trabajo que elaborara una propuesta sobre atribuciones profesionales en la ingeniería y la edificación de acuerdo con esta ley”.

Ante esto, y casi de manera simultánea, pudimos leer las réplicas tanto del Consejo Superior de los Colegios de Arquitectos de España y una carta del Decano del COAM, José Antonio Granero, las cuales compartimos con todos ustedes.

Consejo Superior de los Colegios de Arquitectos de España.

“Estimado compañero:

Reunido el Consejo Superior de Colegios de Arquitectos de España para el seguimiento del Consejo de Ministros de hoy, 2 de agosto, ha conocido el informe del Anteproyecto de Ley de Colegios y Servicios Profesionales, que se convierte, así, en la principal referencia para el proceso de redacción y aprobación de la Ley.

El Ministro de Economía ha realizado una propuesta en la misma mañana de hoy, que consolida con numerosas imprecisiones

jurídicas un escenario de incertidumbres que, como ya sabéis, hemos rechazado enérgicamente y que podemos afirmar que no responde, en el caso de la arquitectura, a recomendaciones europeas.

De producirse la aprobación final de la Ley en la línea apuntada por esta propuesta y las conocidas anteriormente, se habría violentado el actual sistema de garantías a los ciudadanos respecto de cuestiones fundamentales, como la seguridad para el uso de las edificaciones y la calidad y carácter publico de la arquitectura, el patrimonio y las ciudades.

En la interlocución mantenida por este Consejo Superior y los Colegios de Arquitectos de España, se ha transmitido con absoluta solvencia la solidez de los argumentos que justifican nuestro frontal rechazo a aquellos aspectos de la propuesta de mayor gravedad.

Estos argumentos han sido perfectamente entendidos por una parte importante de las personas con responsabilidad política en el

Gobierno, pero sin embargo, no ha sido suficiente para que la sensatez y el sentido común prevalezcan en la formulación de la propuesta.

Estamos convencidos de que en el proceso que ahora se inicia, tendremos capacidad como colectivo, todos los arquitectos de España titulados y estudiantes de transmitir a la sociedad la trascendencia del despropósito que se pretende y la inaceptable agresión que el interés público de la arquitectura y la utilidad social de nuestro modelo profesional y estructura colegial sufren a causa de esta acción.

Todos los colectivos que integramos la arquitectura, con el apoyo de la sensibilidad social y el adecuado uso de los recursos de nuestro Estado de Derecho, tendremos capacidad de evitar este brutal retroceso en la lógica del desarrollo y de la modernidad.”

Anteproyecto de Ley de Colegios y Servicios Profesionales
Madrid, 3 de agosto de 2013

“Queridos compañeros:

El viernes 2 de agosto se anunció la Aprobación del Anteproyecto de Ley de Colegios y Servicios Profesionales.

Sin embargo en la web oficial de Presidencia del Gobierno, tras el Consejo de Ministros, la referencia era: Informe sobre el Anteproyecto de Ley de Colegios y Servicios Profesionales. Ya que hasta unas horas antes no se iba a presentar el Anteproyecto, sino un Informe para trasladar la aprobación a Septiembre, y mientras que en la rueda de prensa se habla de Aprobación del Anteproyecto, en la web de Presidencia aparece Informe, un paso previo.

A la Aprobación del Anteproyecto ahora seguirá un proceso de audiencias e informes, de todos los interesados, hasta llegar a su tramitación parlamentaria, lo que llevará más de seis meses.

Se trata de un hito más de la confusión que está presidiendo la elaboración de un Anteproyecto de Ley, y que en sus diversas versiones representa un serio atentado contra la arquitectura, contra nuestra profesión y nuestro modelo de ejercicio profesional, que cuenta con el total respaldo de la normativa europea.

Todo el proceso ha sido opaco, y desde el Ministerio de Economía no se ha escuchado ni atendido las razones de los profesionales, lo que representa la expresión del concepto que desde ese ministerio se tiene de la Arquitectura, el Patrimonio, la Cultura, la Historia, y de todos los valores que constituyen el fundamento de nuestra civilización.

Estos valores están representados por los profesionales y su estructuración independiente en la sociedad civil, a través de los colegios profesionales, por más que algunos se empeñen en reducirlo todo a cifras, que no responden a datos reales, sino solo al interés de entender de empresas frente a profesionales y consumidores frente a ciudadanos.

Los Colegios de Arquitectos de España, a través de sus decanos, estuvimos reunidos en el CSCAE, atentos a las noticias del Consejo de Ministros, compartiendo la información y el análisis, y estableciendo el Plan de Actuación en función de los acontecimientos.

Desde el COAM y el CSCAE estamos actuando de acuerdo con el mandato recibido de nuestra Junta de Representantes y la Asamblea, con todos los instrumentos a nuestro alcance, en defensa de la Arquitectura y de los Arquitectos.

Ayer concluimos con un primer Comunicado del CSCAE, tras la aprobación del Anteproyecto, que hoy publicamos y que tendrá continuación la próxima semana una vez conocido y analizado el texto que se ha publicado.”

Un abrazo.
José Antonio Granero

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5 de agosto de 2013

EVENTO: 2° Seminário Internacional - Representar - Brasil 2013 (SPO)

Datas: 07 a 09 de Agosto de 2013

Local: FAU/USP
Rua do Lago, 876, 
Cidade Universitária, São Paulo. 


Mais Informações:
http://representarbrasil2013.blogspot.com.br/

O 2º Seminário Internacional Representar Brasil 2013: As representações na Arquitetura, Urbanismo e Design dá prosseguimento às reflexões promovidas no México, em 2010, com o 1º Seminário Internacional Representar 2010: Nuevos lenguajes e representaciones en las ciencias y artes para el diseño: 500 años de representaciones (Novas linguagens e representações nas ciências e artes para o design: 500 anos de representações).

Participam da organização do evento, nesta segunda edição, cinco instituições de ensino superior (quatro brasileiras: USP, USJT, UPM, SENAC; e uma da República Argentina: FADU-UNL), que somaram esforços para dar continuidade à proposta de criação e consolidação de um campo internacional de estudos sobre um tema inerente e imprescindível à compreensão e à concepção da arquitetura, do urbanismo e do design: as representações.

O seminário promoverá atividades de comunicação, reflexão e debate sobre as representações e suas relações e contatos com os processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design. Ao reunir diferentes pensadores, críticos, historiadores, teóricos e profissionais, com visões e posturas variadas e abrangentes sobre o tema, colocar-se-á em discussão a natureza das representações, seus papéis, potencialidades e interações no mundo contemporâneo. O intuito desta iniciativa é estimular perspectivas críticas e revisões teórico-conceituais que motivem a prática e que poderão vir a repercutir tanto na atuação profissional, quanto nas propostas pedagógicas, assim como no desenvolvimento de linhas de pesquisa atuais e futuras, vinculadas aos diferentes programas de pós-graduação em arquitetura, urbanismo e design.

Fonte: FAUUSP

2 de agosto de 2013

ESTUDOS: IDH das cidades do Brasil avança 47,5% em 20 anos

Índice do Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil, divulgado nesta segunda-feira, 29 de julho, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), revela um expressivo avanço do Brasil nos últimos 20 anos, mas também um quadro em que a educação se mantém como o principal desafio do país.


Entre 1991 e 2010, o índice cresceu 47,5% no país, de 0,493 para 0,727. Inspirado no IDH global, publicado anualmente pelo PNUD, esse índice é composto por três variáveis (educação, saúde e renda). O desempenho de uma determinada localidade é melhor quanto mais próximo o indicador for do número um.

A classificação do IDHM do Brasil mudou de 'muito baixo' (0,493 em 1991) para 'alto' (0,727). É considerado 'muito baixo' o IDHM inferior a 0,499, enquanto que a pesquisa chama de 'alto', o indicador que varia de 0,700 a 0,799.

Educação abaixa o índice
O subíndice educação, uma das variáveis que compõem o IDHM, é o que mais puxa para baixo o desempenho do país. Em 2010, a educação teve uma pontuação de 0,637, enquanto que os subíndices renda (0,739) e longevidade (0,816) alcançaram níveis maiores.

Embora seja o componente com pior marcação, foi na educação que mais houve avanço nas duas últimas décadas, ressaltaram os pesquisadores. Em 1991, a educação tinha um IDHM 0,279, o que representa um salto de 128% se comparado à pontuação de 2010.

RANKING: AS DEZ MELHORES: Cidade Pontuação no IDHM
1 - São Caetano do Sul (SP) 0,862
2 - Águas de São Pedro (SP) 0,854
3 - Florianópolis (SC) 0,847
4 - Vitória (ES) 0,845
4 - Balneário Camboriú (SC) 0,845
6 - Santos (SP) 0,840
7 - Niterói (RJ) 0,837
8 - Joaçaba (SC) 0,827
9 - Brasília (DF) 0,824
10 - Curitiba (PR) 0,823
Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013

"Saímos de um patamar muito baixo e isso mostra o esforço que o país fez na área", avaliou Marco Aurélio Costa, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um dos parceiros na realização do estudo.
"A gente ainda não está bem, o IDHM educação é o que menos contribuiu e onde temos os maiores desafios para superar", afirmou.

Expectativa de vida melhora
O componente da longevidade, por sua vez, que é calculado pela expectativa de vida da população ao nascer, é a área na qual o Brasil apresenta melhor pontuação. É o único componente que está na faixa classificada pela pesquisa como um IDHM 'muito alto', quando o índice ultrapassa 0,800. Desde 1991 como o subíndice mais bem avaliado, foi também na longevidade em que a variação ao longo dos últimos 20 anos foi menor. O índice de longevidade era de 0,662 em 1991, de 0,727 em 2000 e de 0,816, na atual edição.

Renda tem ganho de R$ 346 em 20 anos
Já a renda mensal per capita saltou 14,2% no período, o que corresponde a um ganho de R$ 346,31 em 20 anos. As três instituições que elaboram o Atlas - PNUD, Ipea e Fundação João Pinheiro - ressaltam que 73% dos municípios avançaram acima do crescimento da média nacional. No entanto, há 11% de municípios com IDHM Renda superior ao do Brasil, evidenciando a concentração de renda do país.

Fonte: ArchDaily BrasilNotícias.uol

CONCURSO: Construcción del Edificio Anexo Museo Histórico Nacional de Chile



CONCURSO
Está abierta la convocatoria del Concurso Público Nacional de Anteproyectos de Arquitectura Para La Construcción del Edificio Anexo Museo Histórico Nacional.

El proyecto contempla una superficie aproximada de 2.625,60 m2 de programa referencial, donde destacan los requerimientos de ampliación, de relación con los edificios existentes del Museo, de subterráneos y de materialidad contemporánea, entre otros.

El anteproyecto ganador del Concurso, recibirá un premio de $ 20.000.000 (CLP). El concurso también contempla premios para el segundo y tercer lugar, así como dos menciones honrosas.

El Concurso es organizado por la Dirección Nacional de Arquitectura del Ministerio de Obras Públicas. El Mandante es la Dirección de Bibliotecas Archivos y Museos (DIBAM), y actúa como patrocinante del Concurso, el Colegio de Arquitectos de Chile. A.G.

Todos los antecedentes del concurso están disponibles en el sitio web www.concursomhn.cl.


INFORMACIÓN
El Inmueble, ex edificio Real Audiencia y Cajas Reales, ubicado en Plaza de Armas N° 951, de comuna de Santiago, alberga hoy al Museo Histórico Nacional, cuya misión institucional es "facilitar a la comunidad nacional el acceso al conocimiento y recreación de la historia del país, para que se reconozca en ella, a través del acopio, conservación, investigación y difusión del patrimonio tangible e intangible que constituye la memoria histórica de Chile".

Esta misión educativa y cultural, impone requerimientos tanto programáticos como funcionales que actualmente no tienen una cabida satisfactoria en el inmueble existente, lo que se manifiesta fundamentalmente a través de diversos déficit, como:
Espacios para depósitos, exhibición, servicios, oficinas y extensión.
Conexiones programáticas que faciliten la relación funcional de todo el conjunto.
Puesta en valor de los patios interiores.
Condiciones de ingreso y salida en el tránsito de los objetos del museo.

Es en este contexto que se plantea la necesidad de una futura construcción Anexa al Museo Histórico Nacional.

Fuente: Página Oficial del Concurso