4 de septiembre de 2019

12ª bienal internacional de arquitetura de são paulo "todo dia"


A proposta curatorial da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (12ª BIA), sob o título Todo dia, propõe destacar o protagonismo do cotidiano – a dimensão mais trivial da realidade – na arquitetura e no urbanismo no século XXI. O poder discreto do cotidiano está em sua capacidade de traduzir o modo como habitamos, utilizamos recursos naturais, e mantemos o espaço, em práticas comuns, que fazem do projeto algo relevante e uma preocupação compartilhada afirmam os curadores desta edição.

A 12ª BIA consiste em duas exposições que ocupam dois edifícios-manifesto do cotidiano de São Paulo: Todo dia, no Sesc 24 de Maio (2017, Paulo Mendes da Rocha e MMBB), de 10 a 29 de setembro de 2019, e Arquiteturas do cotidiano, no Centro Cultural São Paulo (1982, Eurico Prado Lopes e Luiz Telles), de 13 de setembro a 8 de dezembro de 2019.

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10.09.2019
Abertura 12ª BIA: Todo dia no Sesc 24 de Maio
Teatro

11h
Abertura da 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

Mesa com representantes do:
IAB Nacional
IAB São Paulo
SESC
SMC/PMSP
CCSP
Arq.Futuro
Visita à exposição

17h-18h
Palestra

Andrés Jaque/Office for Political Innovation
Andrés Jaque é um arquiteto espanhol cuja obra explora o papel que a arquitetura desempenha na construção da sociedade no dia a dia. Em 2003 fundou o Office for Political Innovation, um escritório transdisciplinar com sede em Madrid e Nova Iorque. Além de apresentar o seu dispositivo Arquitetura como sociedade renderizada no Sesc 24 de Maio, Andrés Jaque discute a relevância do tema Todo dia para a atualidade.

18h-20h
Debate Todo dia

Andrés Jaque (Office for Political Innovation, Espanha/EUA)
Fraya Frehse (São Paulo)
Geisa Garibaldi (Concreto Rosa, Rio de Janeiro)
Hélio Menezes (Salvador)
Marta Moreira (MMBB, São Paulo)
Mediação: Charlotte Malterre-Barthes, Ciro Miguel e Vanessa Grossman

Exposição Todo dia
Adamo-Faiden (Argentina)
Andrés Jaque/Office for Political
Innovation (Espanha/EUA)
Andrés Sandoval (São Paulo)
Bêka & Lemoine (Itália/França)
Bruther (França)
Concreto Rosa (Rio de Janeiro)
Edelaar Mosayebi Inderbitzin
Architekten (Suíça)
Hélio Menezes (Salvador)
Renata Marquez e Wellington Cançado (Belo Horizonte)
Universum Carrousel Journey – Studio Jan de Vylder (Bélgica)
Vão (São Paulo)
Wolff Architects (África do Sul)


11.09.2019
Teatro do Sesc 24 de Maio


10h – 12h
Debate Antropoceno

Cafira Zoé (São Paulo)
Jerá Guarani (Tenondé Porã)
Renzo Taddei (São Paulo)
Thiago Benucci (São Paulo)
Mediação: Renata Marquez e Wellington Cançado (Belo Horizonte)

Debate sobre as possibilidades e dilemas da arquitetura e das cidades diante da atual crise climática, a geoengenharia, a Amazônia, as cosmopolíticas ameríndias e o futuro como projeto na era do Antropoceno.

13h -15h
Debate Acesso a todos

Enrique Walker (Chile/EUA)
Fraya Frehse (São Paulo)
Guilherme Wisnik (São Paulo)
José Lira (São Paulo)
Marcelo Ferraz (Brasil Arquitetura, São Paulo)
Renato Anelli (São Paulo)
Mediação: Daniel Talesnik (Chile/Alemanha)

Debate de lançamento do catálogo da exposição Acesso a todos: infraestruturas arquitetônicas de São Paulo, em cartaz no Architekturmuseum der TUM na Pinakothek der Moderne em Munique, na Alemanha. Além de textos críticos, o livro apresenta edifícios, espaços abertos e projetos de infraestrutura construídos de 1950 até o presente, mostrando como a força do cotidiano faz desses endereços lugares inclusivos para a sociedade urbana.

16h-18h
Palestra

Stéphanie Bru e Alexandre Theriot (Bruther)
Elli Mosayebi (Edelaar Mosayebi Inderbitzin Architekten)

Os escritórios Bruther (França) e Edelaar Mosayebi Inderbitzin Architekten (Suíça) discutem como suas práticas se relacionam com o todo dia e apresentam seus dispositivos Apanhador de nuvens e Água no Sesc 24 de Maio.

19h-20h
Aula magna Bêka & Lemoine

Interessados em como a arquitetura contemporânea e as cidades influenciam a vida cotidiana, a dupla francesa Bêka & Lemoine desenvolve uma abordagem única que pode ser definida, em referência ao escritor francês Georges Perec, como uma “antropologia do ordinário”. Nesta sessão, Ila Bêka discute suas obras e sua metodologia de trabalho. A dupla participa da 12ª BIA com o dispositivo Homo urbanus e uma retrospectiva de seus filmes no Sesc 24 de Maio: Koolhaas HouseLife (1998), 25 Bis (2014), 24 heures sur place (2014), Barbicania (2014) The Infinite Happiness (2015) e Moriyama San (2017).


12.09.2019
Teatro do Sesc 24 de Maio


11h-12h
Debate lançamento do livro O Ordinário

Enrique Walker (Chile/EUA)
Ligia Nobre (São Paulo)

Enrique Walker, arquiteto chileno e professor associado na Graduate School of Architecture, Planning, and Preservation da Columbia University, discutirá o seu recém lançado livro The Ordinary (O Ordinário, Columbia Books on Architecture and the City, 2018) com Ligia Nobre, arquiteta, curadora e professora na Escola da Cidade, São Paulo. The Ordinary articula, a partir de conversas com os arquitetos Rem Koolhaas, Denise Scott Brown e Yoshiharu Tsukamoto, uma genealogia para a prática contemporânea da arquitetura e do urbanismo que reconhece o potencial do ordinário nas cidades.

16h-18h
Palestra

Marcelo Faiden (Adamo-Faiden)
Anna Juni, Enk te Winkel e Gustavo Delonero (Vão)
Ilze e Heinrich Wolff (Wolff Architects)
Andrés Sandoval

Adamo-Faiden (Argentina), Vão (São Paulo), Wolff Architects (África do Sul) e Andrés Sandoval (São Paulo) apresentam seus respectivos dispositivos no Sesc 24 de Maio e discutem como as suas práticas se relacionam com o tema do cotidiano.


13.09.2019
Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa

16h
Abertura da exposição para visitação


17h
Palestra

Beatriz Colomina

18h30
Cerimônia de abertura

Prefeitura de São Paulo
Secretaria Municipal de Cultura
Centro Cultural de São Paulo
Serviço Social do Comércio no Estado de São Paulo – SESC
Arq.Futuro
IAB Direção Nacional
IAB São Paulo

Entrega do Colar de Ouro do IAB
Arquiteta Rosa Grena Kliass

19h30
Debate Arquiteturas do Cotidiano

Gabriela de Matos (São Paulo), Javier Agustín Rojas (Argentina), Francesco Perrotta-Bosch (São Paulo), Beatriz Colomina (Espanha/EUA), Mario Gandelsonas (Argentina/EUA) e Alexandre Delijaicov (São Paulo).
Mediação: Charlotte Malterre-Barthes, Ciro Miguel e Vanessa Grossman (Curadores da 12ª Bienal)

21h30
Festa


Informações à imprensa 12ª BIA
Pool de Comunicação
Contatos: Marcy Junqueira e Martim Pelisson
Fone (11) 3032.1599
marcy@pooldecomunicacao.com.br / martim@pooldecomunicacao.com.br

Fonte: IAB SP

14 de agosto de 2019

1ª mostra de curtas CINECUBO IAB em São Paulo (BR)


20 de agosto - terça-feira das 19h30 às 22h
rua bento freitas, 306 no 1º andar do iabsp
entrada franca

Veja a continuação mais detalhes e os filmes que serão exibidos:


CINECUBO

1a mostra de curtas cinecubo iab
seguida de conversa com realizadores e integrantes do júri

O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo (IABsp), em parceria com a produtora Travessia Filmes, convida a todxs para a 1a mostra de curtas cinecubo iab, resultado de um chamamento público para obras audiovisuais em suporte digital.

A mostra conta com seis filmes, selecionados entre os inscritos nas duas programações que compõe o evento: narrativas urbanas e espaços em movimento. A seleção e júri ocorreu em duas etapas e foi composta por André Fratti, Livia Perez, Marta Bogéa, Nana Maiolini, Tiago Kinzári, Diretoria do IABsp e da Travessia Filmes.

O CineCubo IAB é o cineclube promovido pelo IABsp com o intuito de estimular o diálogo entre as linguagens audiovisuais e arquitetônicas para expandir e debater olhares sobre a cidade. Mensalmente o CineCubo exibe filmes seguidos de debate na sede do IABsp, com curadoria e mediação de Bruno Cucio, Fabiane Carneiro, Guido Otero, Nana Maiolini, Vinicius Toro e demais convidados, em as sessões gratuitas e abertas ao público em geral.

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Narrativas Urbanas

“AFETO” | Direção Gabriela Gaia Meirelles e Tainá Medina | Brasil | 2019 | 15min.
AFETO versa sobre arquitetura, memória, disputa simbólica e ocupação feminina do espaço urbano. Além de performances, o curta usa imagens de grandes obras e inaugurações nas metrópoles brasileiras ao longo de meio século, questionando a imparcialidade do planejamento urbano e o papel social da mulher na construção das cidades. Sua narrativa mescla sci-fi, terror e linguagem documental para falar de uma cidade-fantasma onde denunciar a memória é o primeiro passo para recriá-la.

“Alucinação” | Direção Geovany Hércules | Brasil | 2018 | 19min.
Alucinação narra um dia corriqueiro na periferia de São Paulo pela perspectiva de Cadu e Manu, funcionários de uma padaria local.

“Pilsen Vintage” | Direção Fernanda Terepins | Brasil | 2018 | 10min.
Pilsen Vintage é um curta-documentário que retrata a transformação de um bairro em Chicago sob o ponto de vista de um dos primeiros brechós da região. É a história de um lugar onde memórias são constantemente recicladas. E é aonde Paul, dono da loja, se defende sobre o aspecto gentrificado dessa comunidade até então Latina.

“Salve o Vale” | Direção Flanantes | Brasil | 2019 | 1min.
O novo projeto para revitalização do Vale do Anhangabaú não leva em consideração o patrimônio histórico para a cultura do skate de rua mundial que as arquibancadas de mármores representam. A prática do skate nas arquibancadas acontece desde do início dos anos 90 quando surge esse projeto assinado pela arquiteta Rosa Kliass.

Espaços em Movimento

“projetar e construir com madeira: o legado de José Zanine Caldas” | Direção Amanda Beatriz Palma de Carvalho e Diego Arvate | Brasil | 2018 | 13min.
Vídeo sobre a obra do arquiteto-designer José Zanine Caldas, com foco em seu trabalho em Nova Viçosa, BA. É o resultado de 2 anos de pesquisa de mestrado na FAU-USP, sob orientação da professora Maria Cecília Loschiavo dos Santos.

Seu Biu, Meu Atlas | Direção Ж | Brasil | 2017 | 7min.
Sr. Biu era o último morador/nativo da Ilha de Tatuoca em Pernambuco espaço cedido para uso oneroso pelo Complexo Industrial Portuário Suape. A empresa Suape controla a região e através da #miliciasuape intimida, expulsa e realiza remoções. Biu fabricava a anos essas mesas, posteriormente foram chamadas de “Gentrificada” pela artista Carla Lombardo em sua exibição no MASP. O filme instaura um regime de visualização de imagens técnicas prontas a pensar sobre a produção e a expropriação do espaço.

clique aqui e confira a ata da segunda etapa de seleção

clique aqui e confira o regulamento

realização

1 de octubre de 2018

"Día de la arquitectura" por JULIO MALO DE MOLINA


Se celebra lunes 1 de octubre; muchos nos preguntamos sobre el interés de estos días temáticos que jalonan el año a modo de santoral laico, desde algunos tan importantes y solemnes como el Día Internacional de los Derechos Humanos (10 de diciembre) o el Día de la Mujer (8 de marzo), hasta otros, promovidos por mercaderes para estimular el consumo de baratijas, como los días de: la madre, el padre, las mascotas, la amistad o la cerveza, y aunque algunos parezcan humoradas, los hay. En 1985, la Asamblea General de la ONU decidió celebrar cada primer lunes de octubre el Día Mundial del Habitat, a propuesta de la Comisión de Asentamientos Humanos, para dedicar ese día a reflexionar sobre la calidad de vida en nuestras ciudades. En 1997, la Unión Internacional de Arquitectos se sumó a esta iniciativa, extendiendo la conmemoración a Día Internacional de la Arquitectura. Con ese motivo, muchas instituciones programan actividades tendentes a mostrar a la gente el interés de tan noble disciplina. En Madrid se celebra una Semana de la Arquitectura que incluye el programa Open House Madrid, o Jornada de puertas abiertas, para que los ciudadanos puedan acceder a edificios de interés. En él colaboran el ayuntamiento y el Colegio de Arquitectos, así como la Logia Provincial de Madrid y la Gran Logia de España. En otras ciudades, se celebran acontecimientos semejantes.

Bruno Zevi en ‘Saber ver la Arquitectura’ (en castellano: editorial Poseidón, Buenos Aires 1976) lamenta el desinterés del público no especializado por la arquitectura moderna; la razón puede encontrarse en la formación recibida por los ciudadanos desde la escuela, y en la información que ofrecen los medios de comunicación. El caso es que no se aprecia el valor de la arquitectura como testimonio de nuestra cultura contemporánea, patrimonio que debiera ser protegido y conservado. En los años treinta, el recién inaugurado MOMA de Nueva York se planteó divulgar la arquitectura moderna, construyendo en su jardín prototipos de arquitectos, como Frank Lloyd Wright y Philip Johnson; el conservador del museo Barry Bergdoll declaraba en una entrevista reciente: «vivimos una arquitectura nueva que modela nuestras vidas, paro la ciudadanía no la entiende». De ese tema se trató en un Foro celebrado hace un año en Madrid, con la participación del arquitecto chileno Alejandro Aravena, Premio Pritzker 2016; del ex alcalde neoyorkino Michael Bloomber y de la alcaldesa Manuela Carmena, entre muchos otros ponentes que defendieron la importancia del conocimiento de las urbes por parte de sus habitantes, y reivindicaron ciudades más pequeñas y más amables.

El Victoria & Albert Museum ha cedido a la Bienal de Venecia de este año un pequeño resto, procedente del derribo de un edificio ejemplar que albergaba viviendas sociales: Robin Hood Gardens, de Alison y Peter Smithson; una de tantas piezas modernas de calidad que fue demolida por razones oportunistas, como ha sucedido en España con muchas obras, pese a la labor de la Fundación Docomomo Ibérico, dedicada a luchar por la conservación del Movimiento Moderno. En Cádiz conocemos el caso de Náutica (Laorga y López Zanón, 1963-68), una pieza formidable que funcionó muy bien como centro para enseñar los secretos de la mar desde el mágico enclave de La Caleta, hasta resultar abandonada. No basta dedicar un día del año a resaltar el valor patrimonial de nuestra arquitectura, es preciso profundizar en programas más ambiciosos que comiencen con la educación, y para la divulgación del interés de la gente por su patrimonio.

3 de septiembre de 2018

ARTÍCULO: Un brasileño en París. Por Julio Malo de Molina

Foto del edifício Sede del Partido Comunista Francés
POR JULIO MALO DE MOLINA
La mejor arquitectura de París la proyectó un brasileño. Muchos críticos coinciden en este juicio: el soberbio conjunto proyectado por Oscar Niemeyer durante su exilio europeo puede ser considerado el hito arquitectónico más bello de la capital francesa; lo cual se entiende así por contener mayor coherencia constructiva, acertada implantación, y valiente modernidad. Aún funciona como sede muy activa del veterano Partido Comunista Francés; diseñada en 1965 se construye entre 1967 y 1971, en un barrio de clase media, al nordeste de la metrópolis, caracterizado por una trama reticular y espaciosa al modo del urbanismo de Haussmann. Ocupa un gran solar que el ingenioso arquitecto organiza de modo que la intervención deje «respirar» la ciudad, utilizando el terreno bajo rasante para así generar un espacio libre de uso publico. Se compone de tres elementos: la base de tres plantas enterradas para liberar un amplio jardín; una cúpula, inspirada en la plaza de los tres poderes de Brasilia, para alojar el auditorio, mediante semiesfera blanca que resplandece sobre la amable explanada, ornada con esculturas y frondoso arbolado. Y la torre ondulante de seis pisos, semejante al Edificio Copan de Sao Paulo, la cual descansa sobre cinco columnas que constituyen su único apoyo; el muro cortina de vidrio le proporciona una apariencia de elegante ligereza.

Visité la emocionante obra al poco de inaugurarse, pues se trata de una lección de arquitectura que todo profesional debe conocer. Aún no había viajado a Brasilia y me sorprendió esa arquitectura de formas telúricas para vivificar la rigidez del racionalismo moderno. Oscar Niemeyer Soares Filho nació en Rio de Janeiro en 1907, muy joven dirige el conjunto urbanístico de Pampulha en Belo Horizonte (1940), declarado hace poco Patrimonio de la Humanidad por la Unesco. En 1952 es seleccionado para construir la sede de Naciones Unidad en Nueva York, pero resulta vetado por la intolerancia de la América macartista. El presidente brasileño Juscelino Kubitschek le encarga proyectar la nueva capital del Estado Federativo que se inaugura en 1960; poco después un golpe militar acaba con la democracia en su país (1964) y Niemeyer resulta encarcelado por su filiación comunista. Luego se exila a París, donde fue muy bien acogido por André Malraux, ministro de Cultura del general De Gaulle.

No hace mucho regresé para disfrutar tan excelente arquitectura, que se conserva de forma espléndida. Al acceder al vestíbulo enterrado admiré de nuevo el retrato de Pablo Picasso, de la fotógrafa americana Lee Miller (1907-1977). Es lógico percibir menos bullicio en sus amplios espacios abiertos al público, pues cuando se construyó, el PCF era la formación hegemónica de la izquierda francesa con el 25% de los votos, muy por encima de los socialistas, ocupando responsabilidades de Estado, incluso varios ministerios en diversos gobiernos de amplia coalición. Oscar Niemeyer fue galardonado en 1988 con el Premio Pritzker, considerado el Nobel de arquitectura, y el 1 de enero de 2003 pudo regresar a la Brasilia que él había concebido, en medio de una marea de banderas rojas. El 30 de enero de 2007 celebró en París su centenario con una escultura de diez metros de altura en forma de mano abierta que eleva al cielo una flor de paz. El año anterior se había casado con una chica joven, pues en su longevidad siempre fue un muchacho rebelde; nunca dejó de trabajar hasta que se fue diez días antes de alcanzar la edad de 105 años, leal a su doble compromiso, social y profesional.

16 de mayo de 2018

IAB São Paulo lança concurso para curadoria da XII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

IAB/SP lança concurso para curadoria da XII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo
No ano de comemoração de seus 75 anos, o Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo (IABsp) abre, no dia 14 de maio de 2018, o concurso inédito para apresentação de propostas de curadoria para a XII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (XII BIA) que acontecerá durante os meses de setembro a dezembro 2019. A proposta curatorial deverá formular os conceitos e temas que elaboram a Bienal.

Sobre as Bienais Internacionais de Arquitetura de São Paulo
A Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo é o projeto mais significativo que o IABsp realiza. Desde sua primeira edição em 1973, busca de variadas formas, rever, discutir, explorar e tornar acessível à diversos públicos o amplo espectro de nossa sociedade quando discutimos a ocupação do território. Sendo uma importante manifestação cultural, social e política, a Arquitetura e o Urbanismo brasileiros encontram nas Bienais sua principal instância de debate, essencial para a crítica e desenvolvimento. Tendo a disciplina como retrato dessa sociedade em termos físicos e territoriais, a Bienal deve ser então o metarretrato por meio do qual observamos e interpretamos a realidade e desafios colocados.
Para tal propósito o IABsp decidiu abrir um concurso de propostas curatoriais para que, de forma democrática, seja possível compreender quais são esses debates, diálogos e críticas necessários neste momento.

Concurso para curadoria
Este concurso buscará propostas que questionem ou problematizem o status quo da Arquitetura e do Urbanismo. Interessa portanto que os argumentos para a Bienal se valham da sua posição de importância do evento e contribuam com o debate sobre as cidades e o papel essencial que arquitetas e arquitetos devem prestar à sociedade. Como base de discussão, o IABsp organizará uma série de debate sobre crítica, expografia e contexto nacional. Maiores informações serão divulgadas no site do IABsp.

A data limite para as inscrições é 10/07/18 e deverá ser feita de forma gratuita por meio do formulário eletrônico disponível no site. Todo o conteúdo solicitado deverá ser apresentado em português e inglês.

Saiba maisSite do IABsp: www.iabsp.org.br/bia
E-mail para contato: bienal@iabsp.org.br


Sobre o Instituto de Arquitetos do Brasil O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), fundado em 1921, é uma entidade sem fins lucrativos, que congrega arquitetos e urbanistas articulados em prol da construção democrática e sustentável das cidades e da prática profissional como meio para enfrentar a desigualdade sócio-espacial no Brasil e atender as necessidades dos cidadãos quanto à qualidade de vida, à justiça social, ao acesso universal aos direitos sociais e ao desenvolvimento socioeconômico e ambiental

Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo
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